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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Crise de puritanismo


As mudanças provocadas por José Mayer

Quando a Rede Globo embarcou nessa onda de defender radicalmente o direito das mulheres contra o assédio (o que, se feito de forma sincera, é uma atitude corretíssima), após o escândalo envolvendo o ator José Mayer, lembrei-me do que disse, certa feita, o impagável escritor italiano Pitigrilli, lá pelos 1940: “Deem-me mil moralistas, e fundarei um bordel.”
Reparem que, após  o caso Mayer, até mesmo as dançarinas do Faustão, que até então “trajavam” minúsculas peças de pano, deixando à mostra toda a sua abundância, passaram e ser vestidas com mais recato.
Não sou, nunca fui e jamais serei moralista. Muitos menos contra o sexo, que, afinal, é o grande objetivo da vida. Apenas o que me irrita é esse falso moralismo. Em tempo: será que alguém aí se lembra da famosa expressão “teste do sofá”? Ela significa que quem ser ator, por exemplo, não só na emissora em pauta mas em tantas outras, teria que suportar assédios, que poderiam ocorrer até no sofá. E tanto faz ser homem ou mulher. Hehehe...

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