Corpo, mente e bolso em forma na hora da academia
Na primavera, as academias recebem uma grande quantidade de novos clientes que querem deixar “tudo em cima para o verão”. Eles são os atletas de fim de ano, que vão em busca do corpo sarado e bonito para ser exibido nas praias e piscinas durante o período mais quente do ano. Para quem já treina, seguindo um cronograma intenso ao longo de 12 meses, dividir os aparelhos é ter de dispor de mais tempo porque aumenta a fila de espera já que muitos serão usados pelos novos colegas de academia. Para os proprietários das redes ou de academias próprias o maior número de clientes é um bom negócio, mas tanto para eles como para os consumidores, os treinos devem ser bons para o corpo, para a mente e para o bolso. “Eles devem estar em sintonia com a economia e para o bem de ambas as partes”, afirma o advogado especialista em direitos do consumidor e fornecedor, Dori Boucault.
Para o advogado, o aumento de pessoas pode se tornar um problema para gestores e administradores das academias, pois é preciso aumentar os cuidados, a higiene, a manutenção dos equipamentos e aparelhos para que o cliente encontre condições de exercitar-se. “Esses pequenos detalhes são significantes numa relação comercial, porque o consumidor vai exigir”, aponta Boucault. A academia deve ter condições de receber toda a demanda e ainda oferecer os programas de atividades físicas e os treinos, de acordo com a disponibilidade de seus profissionais, de forma que possa ter uma quantidade de horários adequada para atender o cliente. “Nessa relação comercial, as pessoas procuram a academia em horários flexíveis, quando não estão trabalhando, estudando ou com demais compromissos. Então, para atrair o público, é preciso flexibilizar os horários dos programas especiais e divulgá-los intensamente aos clientes”, diz o advogado.
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