A âncora que salva o TSE
Todos têm visto, pela TV, as sessões quase intermináveis do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no julgamento a maracutaia da eleição da chapa Dilma-Temer.
Sem mais delongas, vamos destacar aqui a genética moral do TSE, que, ora, traduz-se nas palavras do ministro relator, Herman Banjamin, que, ao longo de três dias, até agora, de pronunciamento, deixou claro que há MORALIDADE no julgamento do tema.
Porém, tem sido objetado não só pelo explicitamente partidário Gilmar Mendes, que vem a ser o presidente da Corte, como por dois outros ministros, recém-nomeados pelo réu Temer, e que, claro, votarão a favor da pizza.
Não me darei ao trabalho de detalhar essa gente, até porque inúmeros sites e blogs estão fazendo isso. Prendo-me à realidade do imenso e trágico teatro que é a política, especificamente neste momento crucial, onde uma corja, composta por praticamente todos os partidos, insiste em interromper (e, infelizmente, acho que conseguirá, mais cedo, ou mais tarde) uma das mais sérias investigações que o Brasil já viveu em termos de combatem à ladroagem de colarinho branco.
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