Crianças sem esperança alimentar
De segunda a sexta, invariavelmente, exatamente ao meio-dia, dezenas de crianças entre dez e 14 anos, mais ou menos, estudante de um chique colégio particular no bairro de brotas, em Salvador, lotam um restaurante de comida a quilo vizinho à escola, e empanturram, inclusive com calabresas, feijoada, batata frita e congêneres. Algumas, como testemunhei, entopem o prato com sal antes mesmo da primeira garfada.
Não são crianças pobres (pelo contrário, o colégio é caro e elas pagam fartamente seus almoços). Porém, pelo visto, não tem lar, no sentido amplo do termo. E os pais parecem omissos.
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