Uma situação surreal
O julgamento da chapa Dilma-Temer, transmitido ao vivo, mostra mais uma vez o espetáculo burlesco, kafkiano, surreal que são as sessões desse tipo no respeitável (e atuante) STF.
O linguajar empolado, o juridiquês absolutamente desnecessário, mas que traduz uma pompa deprimente, e um processo, caros amigos, de OITO MIL páginas, a ponto de ter que ser transportado em carrinho.
Tudo isso, no meu modo absolutamente cético de ver, tem por objetivo simplesmente complicar as coisas. Em se tratado de assalto, roubo de dinheiro, e considerando-se que todos são iguais (sic) perante a lei, deveria ser um rito sumário.
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