E eles se fingem de
mortos. Até quando?
A notícia: “Apesar da avalanche de acusações levantadas pela Lava-Jato
contra políticos, os órgãos internos dos partidos destinados a fiscalizar a
postura ética de seus filiados têm tido atuação quase nula. Nos três anos da
operação, 98 integrantes do PP, PT, PMDB e PSDB — as quatro siglas com mais
implicados — foram citados em delações, mas as legendas fecharam os olhos para
praticamente todas as denúncias relatadas”.
O comentário: acuados, claramente expostos como membros de uma
gigantesca máfia, que envolve desde o atual presidente até seus antecessores
mais recentes, aí incluídos, claro, Lula e Dilma, os políticos “tradicionais” e
mesmo alguns novatos, que compõem o podre parlamento brasileiro, estão se
fingindo de mortos. Nada mais resta a dizer a não ser repetir o mantra de que “é
tudo mentira”, talvez apostando na alienação da maioria da população e, claro,
na máxima de Goebbles, de que “toda mentira repetida ad infinitum acabana ‘virando’
verdade”.
Trata-se de um cinismo que, não se espantem amigos, chego a achar
compreensível. Primeiro, pelo caráter daqueles que “se defendem”, ou seja,
nenhum. Segundo, porque não têm mesmo outra saída. Veremos...
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